O dia era muita emoção.
À medida que foram chegando os agricolinos de 1967 ao Colégio Agrícola Dona Sebastiana de Barros, em São Manuel, a alegria do reencontro saltava do coração e atingia o corpo todo, e era exposta aos olhos, e contagiava os familiares, os que os amam.
Cada um que chegava precisava dar muitos abraços.
Até todos - menos o José Rodolfo, que só conseguiu chegar mais tarde - se juntarem para a foto clássica na porta do Colégio.
À medida que foram chegando os agricolinos de 1967 ao Colégio Agrícola Dona Sebastiana de Barros, em São Manuel, a alegria do reencontro saltava do coração e atingia o corpo todo, e era exposta aos olhos, e contagiava os familiares, os que os amam.
Cada um que chegava precisava dar muitos abraços.
Até todos - menos o José Rodolfo, que só conseguiu chegar mais tarde - se juntarem para a foto clássica na porta do Colégio.
Depois da volta dada pela Escola, revendo os lugares que foram tão comuns e familiares, uma parada importantíssima na sala de aulas : voltar a sentir a sensação de ser aluno. Sentar numa cadeira de estudante, estar diante de uma lousa. Sentimentos indescritíveis! Todos se considerando felizes.
Desta vez o professor, o mestre, Orlando Antônio Jorge, sentou-se com com os seus, hoje ilustres, alunos. "É só alegria”, dizia Baguá.


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